quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Continuum


Estes senhores receberam 36 prémios de Design em 2011, incluindo 7 prémios da IDSA e um Red Dot.
A Continuum explica-se assim: “We partner with our clients to discover powerful ideas, and to realize them as services, brand experiences and products that improve peoples lives and grow businesses.”
A equipa desdobra-se em “n” capacidades, esta multi-multi-disciplinaridade (é um erro ortográfico propositado) aliada ao conceito acima descrito demonstra ser a melhor fórmula.

Site oificial da empresa.

Artigo completo na ICSID.

O produto na imagem é o computador XO, criado para a organização OLPC.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sanita 2.0


Em 1978, o presidente dos EUA, Jimmy Carter, foi forçado a interromper as suas responsabilidades de “leader of the free world” devido às fortes dores que lhe provocavam as hemorróidas. Posteriormente, para a revista Time, o médico Michael Freilich explicava mais ou menos assim o problema do presidente: “Nós não fomos feitos para nos sentarmos em sanitas, é suposto agacharmo-nos no mato.”
Muito provavelmente tinha razão.

A sanita como a conhecemos hoje surgiu apenas a meio do séc. XIX e evoluiu de uma espécie de cadeira que os nobres usavam nos seus quartos, desenvolvida principalmente para evitar a postura de agachamento das pessoas do povo.
Não foi a melhor motivação de Design.

Proponho este artigo na Slate.

A imagem acima é deste produto (há uma designação para este tipo de vídeos: NSFW)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

The Kodak Lie


Toda a gente está convencida que sabe a razão do fim anunciado da Kodak.
Dizem coisas do tipo “teve a ver com o facto de a empresa nunca se ter adaptado à era da fotografia digital”. Errado.

Em 1975 a Kodak criou a primeira câmara digital de sempre e patenteou esta tecnologia e outras, das quais ainda hoje é proprietária… Afinal o que é que correu mal? Uma pista: Gestão da Inovação.

Descubram aqui.

Kodak.pt

Kodak's First Digital Camera no Retro Thing.

Patente 4131919 - Electronic Imaging Apparatus (Google Patents)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

SOPA e PIPA (?)

 
De um lado estão a Disney, a Universal, a Paramount, a Sony, a Warner Bros, as TV’s e as editoras em geral, do outro está o resto do mundo.

Apelando ao valor da propriedade intelectual (os autores, esses não falam por si próprios), pretendem fazer levar dois projetos de lei à aprovação do senado americano (SOPA - Stop Online Piracy Act e PIPA - Protect IP Act) que visam a censura da Internet.

E não se trata de proteger os nossos meninos dos males da pornografia ou coisa que o valha, é mesmo só por causa dos filmes e dos mp3…

A serem aprovadas, (nos EUA e no resto do mundo, já que a Internet não tem fronteiras) o resultado será a eliminação imediata de sites que contenham ligações ou permitam encontrar ligações a conteúdos piratas (adeus Google) e penas de prisão até 5 anos para os infratores (adeus Larry Page).

A Casa Branca já deu o seu parecer negativo a tais projetos de lei. O resultado seria uma censura à Internet parecida com a que sucede na China ou no Irão (e a criação óbvia de uma rede alternativa de servidores não censurados).

Na realidade é um filme repetido, já aconteceu no passado com as cassetes (!), os VHS e os MP3.

Como forma de protesto, algumas entidades apagaram os seus sites temporariamente.

Pormenores aqui.

Veeco


Estamos a 15 dias da apresentação do Veeco.
Uma vez que a VE tem apostado no silêncio (quase) total, não há muito a avançar em relação ao projeto.

Pela silhueta mostrada no site oficial e no Facebook, aparenta ser um 3 rodas tipo Peugeot 20Cup, ou então um 4 rodas (com as rodas de trás muito juntinhas) tipo Peugeot EX ou  Opel One Euro.

Resta dizer que é um produto desenvolvido em Portugal, e isso por si só já é meritório.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Designed in China


Ou seja, esqueçam o “Made in China”.
Vai ser um processo difícil para as mentes ocidentais, trocar a imagem do produto chinês fraco e contrafeito por produto original de qualidade.

Embora a democracia seja ainda uma miragem na China, a democratização da informação e da formação já fez nascer uma geração renovada de chineses muito diferente dos seus pais e avós. Com a mesma vontade de fazer, produzir e vender, mas com uma nova ferramenta em mãos, o Design (!).

Artigo completo na Productdesignhub.

Site do 2011 China's Most Sucessful Design Awards.

Universal Methods of Design

 
Foi o próprio Lidwell (o autor deste livro) quem recomendou hoje no seu Tweeter.

“Universal Methods of Design – 100 ways to Research Complex Problems, Develop Innovative Ideas, and Design Effective Solutions”, a ser publicado a 1 de Fevereiro.

David Sherwin (Frog) disse:"Universal Methods of Design is an immensely useful survey of research and Design methods used by today's top practitioners, and will serve as a crucial reference for any designer grappling with really big problems. This book has a place on every designer's bookshelf, including yours!"

Na Amazon há o preview do costume e restam 20 exemplares “pre-pub” para venda.

Parece-me bem.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Cultura da bicicleta


O site www.bikingculture.com, acabadinho de abrir, pretende ser uma espécie de “thesartorialist” das bicicletas.

Procuram fotógrafos que possam contribuir com fotos de pessoas e bicicletas com estilo em contexto urbano (trabalho pago, claro).

Perguntas, respostas e propostas para o email infogate@comcast.net.

Se estivéssemos na Holanda ou na Dinamarca era só sair à rua e disparar, por cá só apanhamos SUV’s e carrinhas SW só com o condutor e isso não tem estilo rigorosamente nenhum.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

OSCar eO – um elétrico no Dakar


A OSC é uma pequena empresa da Letónia que tem vindo a desenvolver carros de rally desde 1983.
Os OSC tornaram-se conhecidos pela participação no Dakar tendo terminado sempre este rally desde a primeira participação em 2003.

Este ano a OSC fica na história ao apresentar o primeiro carro elétrico de sempre a participar na mítica prova, considerada uma das mais duras do mundo.

Hoje, 16 de Janeiro de 2012, a uma etapa do fim da prova (283 kms), o piloto Maris Saukans e co-piloto Didzis Sarins ainda não constam da lista dos desistentes e ocupam um venerável penúltimo lugar!

Resumidamente o OSCar eO é um OSC igual aos outros mas carregado de baterias de lítio e com dois motores elétricos.
A baixa autonomia (cerca de 300km numa etapa pouco acidentada) não é suficiente para as etapas mais longas (perto dos 800kms), daí que o OSCar eO tenha um gerador elétrico a bordo para carregamento “on the fly” das baterias, o gerador é acionado por um motor de combustão interna.

O objetivo é realizar o maior número possível de quilómetros antes de recorrer ao gerador, de qualquer forma a propulsão do veículo é totalmente eléctrica.

Nas palavras do criador deste projeto, o engenheiro Andris Dambis “utilizamos um gerador a gasolina apenas porque não há tomadas no deserto”.

Mais informação no site da OSC e no site específico do OSCar eO.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dados antropométricos online


Ergonomia, usabilidade, interfaces, acessibilidade (e mais), são questões associadas à competência do designer industrial e é aí que entra a pesquisa de dados antropométricos.

Disponibilizado pela Universidade Técnica de Delft (Holanda) o DINED é uma base de dados antropométricos online gratuita e bastante completa.

Como é óbvio, grande parte da informação diz respeito à população holandesa, mas existem também dados relativos a grupos internacionais.

Bastante útil – DINED Beta V2.5

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Design no Kickstarter



E já que falámos no Kickstarter (v. post anterior), vale bem a pena ocupar umas boas horas a ver os projetos que constam na secção Discover/Design, Staff picks.

Design e empreendorismo - parece-me óbvio...


Mas ainda nem toda a gente descobriu isso (incluindo muitos designers).

Neste artigo refere-se a competência do designer dentro da empresa como sendo "model and inspire Design thinking within the company".

Ler o artigo completo na Fastcodesign.

E como funciona o tal "Design thinking" na criação da própria empresa?

Afinal muitas das grandes empresas tech-based da atualidade foram criadas por designers. Designer Founders é um livro que será editado brevemente com história destes empreendedores. O próprio livro é financiado pela Kickstarter - uma das empresas em questão.

Ligado ao mesmo grupo, o Designer Fund pretende apoiar designers na criação das suas próprias empresas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pesquisa de Patentes Online


“Uma patente e um modelo de utilidade são direitos exclusivos que se obtêm sobre invenções (soluções novas para problemas técnicos específicos).
Ou seja, é um contrato entre o Estado e o requerente através do qual este obtém um direito exclusivo de produzir e comercializar uma invenção, tendo como contrapartida a sua divulgação pública.” (site do INPI)

A pesquisa de patentes num processo de desenvolvimento de produto, serve não só mas também, para nos levar à conclusão realista que não somos propriamente génios.
Serve também para fazer investigação de modelos e soluções, o que os americanos chamam “studying the prior art”.

Em Portugal, a entidade responsável pelo registo de marcas, patentes/modelos de utilidade e Design/desenho ou modelo é o INPI.

Os seguintes sites são ferramentas gratuitas de pesquisa de patentes. A pesquisa por designers revela algumas surpresas (como por exemplo a casa Dymaxion do Buckminster Fuller, na imagem):

Pesquisa de patentes do Google (patentes americanas)

www.patents.com (patentes americanas)

WIPO – World Intelectual Property Organisation (Pesquisa de patentes internacionais - Patent Cooperation Treaty)

www.freepatentsonline.com (patentes americanas, japonesas e WIPO-PCT)

E depois também há as patentes estúpidas que podem ser consultadas aqui.

O processo criativo (infografia)


Infografia do dia na Fastcodesign.
O processo criativo segundo a Virus Comix.

Com alguma razão, a autocrítica parece ser o maior adversário (e simultaneamente o maior aliado) do criativo.

A ver aqui.

Design industrial é conhecimento de materiais. Dito. (Update)


No mínimo é vontade de os conhecer e certamente vontade de os manusear (algum lirismo aqui).

Assim sendo seguem 9 links para sites direcionados especificamente ao designer industrial em busca de materiais:

Esta livraria online tem mais de 4500 materiais inovadores. Todos os meses são avaliados e acrescentados 50 novos materiais. Para aceder à livraria é necessário o pagamento de um valor de subscrição anual de $250. De qualquer forma, a julgar pelo preview disponibilizado , para profissionais vale perfeitamente a pena.

Neste site, bastante simples de utilizar, pode pesquisar-se por produto, material ou processo.
 
No cabeçalho do blog de materiais e processos da Industrial Designers Society of América está escrito: “Helping Designers learn how to actually make the stuff they design”. Não é preciso acrescentar mais nada.

Azom significa "livraria de materiais de A a Z". A pesquisa pode ser feita por materiais, aplicação, indústria ou fornecedor.

Neste site, a ferramenta Material Explorer (registo gratuito) permite pesquisar também por qualidades sensoriais e propriedades técnicas.

Estes senhores definem-se com uma loja de materiais à espera das nossas ideias. Grande variedade de materiais agrupados de forma lógica e de procura fácil, só é pena estarem na Alemanha.

Bio + Polymer = bio polímeros agrupados por matéria prima e outros dados interessantes.

Outra empresa interessada em oferecer serviços de consultoria em materiais. O melhor deste site é o blog onde em torno dos materiais se cruzam Design e sustentabilidade.

O conceito “Craddle to Craddle” (em oposição a “Craddle to Grave”) significa, nas palavras destes senhores “Using biological and technological nutrient cycles, the right materials are brought to the right place at the right time”.

O IDES Prospector é uma base de dados de plásticos para uso profissional (paga). Neste site, mesmo sem subscrever o Prospector é possível consultar alguma informação sobre plásticos, fabricantes e propriedades.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Outra vez o esboço


Já que falámos de “Sketching User Experiences” de Bill Buxton, a Designboom apresenta aqui uma análise do livro com fotos de algumas páginas.

Fiquem com “a definition of sketching” (página 111):

Quick: A sketch is quick to make, or at least gives that impression.

Timely: A sketch can be provided when needed.

Inexpensive: A sketch is cheap. Cost must not inhibit the ability to explore a concept, especially early in the design process.

Disposable: If you can't afford to throw it away when done, it is probably not a sketch. The investment with a sketch is in the concept, not the execution. By the way, this does not mean that they have no value, or that you always dispose of them. Rather, their value depends largely on their disposability.

Plentiful: Sketches tend not to exist in isolation. Their meaning or relevance is generally in the context of a collection or series, not an isolated rendering.

Clear vocabulary: The style in which a sketch is rendered follows certain conventions that distinguish it from other types of renderings. The style, or form, signals that it is a sketch. The way that lines extend through endpoints is an example of such a convention, or style.

Distinct gesture: There is fluidity to sketches that gives them a sense of openness and freedom. They are not tight and precise, in the sense that an engineering drawing would be, for example.

Minimal detail: Include only what is required to render the intended purpose or concept. Lawson (1997, p.242) puts it this way: "... it is usually helpful if the drawing does not show or suggest answers to questions which are not being asked at the time." Superfluous detail is almost always distracting, at best, no matter how attractive or well rendered. Going beyond "good enough" is a negative, not a positive.

Appropriate degree of refinement: By its resolution or style, a sketch should not suggest a level of refinement beyond that of the project being depicted. As Lawson expresses it, "... it seems helpful if the drawing suggests only a level of precision which corresponds to the level of certainty in the designer's mind at the time."

Suggest and explore rather than confirm: More on this later, but sketches don't "tell," they "suggest." Their value lies not in the artifact of the sketch itself, but in its ability to provide a catalyst to the desired and appropriate behaviors, conversations, and interactions.

Ambiguity: Sketches are intentionally ambiguous, and much of their value derives from their being able to be interpreted in different ways, and new relationships seen within them, even by the person who drew them.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O Sr. Donald


Donald Norman (The Design of Everyday Things, Emotional Design, The Design of Future Things, Living with Complexity, etc.) tem um site pessoal cuja consulta aprofundada é altamente recomendável a quem se interesse por desenvolvimento de produto, Design centrado no utilizador, usabilidade e afins.

Na secção “Essays” pode ler-se entre muitas outras coisas, os posts que publicou na Core 77, incluindo este e este.

A secção “In Praise of Good Design” (onde consta o produto acima ilustrado) também merece consulta.

P.S.
Don Norman passou por Lisboa na conferência UXLX do ano passado (e pela Interact 2011) mas tão cedo não volta (embora a foto do próprio sirva de ilustração à lista dos oradores deste ano), por outro lado o Sr. Bill Buxton, autor deste livro, vai lá estar.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Esquisso, debuxo, bosquejo...


E que tal trocar de vez em quando o rato por qualquer coisa que risque?
O esboço é a ferramenta de comunicação mais importante do designer industrial.

Em idsketching, um weblog dedicado exclusivamente ao sketching para designers industriais, há sketches (óbvio), dicas técnicas, links e vídeos.

Em designsketching (Keeos Design books) são apresentados dois livros para compra online:
Learning Curves - an inspiring guide to improve your Design sketch skills e Design Sketching - Including an extensive collection of inspiring sketches by 24 students at the Umeå Institute of Design.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Copiar é o melhor elogio. Ou não.


 A Marchi é uma empresa sediada em Viena que fabrica e vende autocaravanas de luxo.
Segundo a Designboom, os senhores designers que fizeram isto chamam-se Jens Scheiwe e Mario Marchi.

Munari diria que "De facto, o luxo é uma manifestação de estupidez", mas a questão que interessa neste caso é: O que terá Luigi Colani a dizer sobre isto?

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

O macaco dos inquéritos


Uma ferramenta de inquisição acessível ao comum dos designers.

Um processo estruturado de desenvolvimento de produto (ou um processo independente de Design industrial) pressupõe, numa fase inicial, a identificação das necessidades dos clientes, possíveis clientes, utilizadores, possíveis utilizadores, etc.
Nas fases posteriores, os mesmos voltam a ser consultados para refinamento do Design.
Os inquéritos são a forma de obter esses dados.

O site Survey Monkey permite criar e apresentar inquéritos ao público de forma acessível e, tendo em conta os casos apresentados (Samsung, Toyota…), aparentemente credível e efetiva.

Já a tradução automática do site para português deixa muito a desejar.

Cassina


Cassina e “história do Design” são praticamente a mesma coisa (pensando bem até nem há assim tanto exagero nesta afirmação).

Anyway, o site da Cassina é bastante interessante, a verdadeira pérola é a página que apresenta os designers que colaboraram com a marca, com links para as respetivas biografias.

Igualmente interessante é a visita virtual à secção de carpintaria da fábrica, onde se podem observar os processos de produção semi-artesanais.

A consultar aqui.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Design industrial é conhecimento de materiais. Dito.


No mínimo é vontade de os conhecer e certamente vontade de os manusear (algum lirismo aqui).

Assim sendo seguem 8 links para sites direcionados especificamente ao designer industrial em busca de materiais:

Esta livraria online tem mais de 4500 materiais inovadores. Todos os meses são avaliados e acrescentados 50 novos materiais. Para aceder à livraria é necessário o pagamento de um valor de subscrição anual de $250. De qualquer forma, a julgar pelo preview disponibilizado , para profissionais vale perfeitamente a pena.

Neste site, bastante simples de utilizar, pode pesquisar-se por produto, material ou processo.
 
No cabeçalho do blog de materiais e processos da Industrial Designers Society of América está escrito: “Helping Designers learn how to actually make the stuff they design”. Não é preciso acrescentar mais nada.

Azom significa "livraria de materiais de A a Z". A pesquisa pode ser feita por materiais, aplicação, indústria ou fornecedor.

Neste site, a ferramenta Material Explorer (registo gratuito) permite pesquisar também por qualidades sensoriais e propriedades técnicas.

Estes senhores definem-se com uma loja de materiais à espera das nossas ideias. Grande variedade de materiais agrupados de forma lógica e de procura fácil, só é pena estarem na Alemanha.

Bio + Polymer = bio polímeros agrupados por matéria prima e outros dados interessantes.

Outra empresa interessada em oferecer serviços de consultoria em materiais. O melhor deste site é o blog onde em torno dos materiais se cruzam Design e sustentabilidade.

O conceito “Craddle to Craddle” (em oposição a “Craddle to Grave”) significa, nas palavras destes senhores “Using biological and technological nutrient cycles, the right materials are brought to the right place at the right time”.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sobre bicicletas


Sempre que aparece uma nova proposta de “mobilidade urbana”, ocorre-me que por cá (por razões que encheriam vários posts) a bicicleta só serve para passeios de domingo à tarde e está muito longe de ser a solução óbvia que praticamente toda a Europa já descobriu e adotou para o seu dia a dia.

A bicicleta não é um Design estagnado (não existe tal coisa), o processo continua.
Quem se quiser integrar nesse processo pode começar a pesquisa pelo blog Cozy Behive que reúne uma quantidade impressionante de informação técnica sobre Design de bicicletas.

Na foto, bicicleta de madeira Renovo.

O calo do lápis


 O lápis como o conhecemos hoje (um núcleo de grafite entre duas metades de madeira coladas) foi criado por Ebenezer Woods que teve ainda a ideia de lhe dar a forma hexagonal. O lápis reinventado era mais fácil, barato e rápido de produzir e tinha o dom de não rolar para o chão.
Woods não era propriamente um homem de negócios nato e a patente foi registada por Eberhard Faber (Faber-Castell).

Isto a propósito de um comentário recente sobre o facto de alguns de nós terem um calo no dedo médio devido a muitos anos de uso de lápis ou caneta. Agora que o computador é o instrumento de escrita universal, seremos a ultima geração que padece desta malformação? Talvez.

Esqueçam a Faber (ou a Staedtler) e visitem a Viarco.
Sobre patentes e Design.
Caneta Penagain, escrita sem calos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Universal Principles of Design, Revised and Updated


Em 2010 o livro “Universal Principles of Design” foi revisto e atualizado. Deixaram de ser apenas “100 ways to enhance usability, influence perception, increase appeal, make better Design decisions, and teach through Design” e passaram a ser “125 ways to enhance usability, influence perception, increase appeal, make better Design decisions, and teach through Design”.

Ou seja, mais 25 “ways”.

Em papel ou e-book a partir do site da Rockport Publishers.
William Lidwell também é consulta obrigatória no seu Tweeter e em “Deconstructing Design”.